segunda-feira, 29 de junho de 2009

"Coisas da Vida"

Não muito para escrever. Somente agradecer.

Não citarei nomes aqui. Já me decepcionei muito nos últimos dias por isso. Nem quero entrar nesses detalhes.

Mas nem preciso expor nomes aqui também. Pois tais, ficarão gravados no mais fiel lugar do meu cérebro e sentimento.

Dias nada fáceis. Quem muito jurou amor por mim, sumiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu...

Nenhuma uma ligação ao menos. Amizades de farras, essas não aparecem em momentos complicados. A sina se repetiu comigo. Que ótimo! Meus olhos viram as verdades. Meu coração sentiu as verdadeiras. E minhas mãos seguraram mãos fieis.

Gente forte e sincera vendo minhas lágrimas e com o coração as enxugando.

Consideração eterna por vocês.

Nem sempre os bons morrem jovens, mas também não muito tarde.

Vida que segue...

Mamacita e papito, que força! Que coragem! Que orgulho dessas duas figuras. Salvando a imagem do filho covarde.

Avante!!!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

No Blog Do Jean ( http://www.quimerascafeinadas.blogspot.com)

É... Michael Jackson morreu... Melhor assim. Um artista como ele não merecia a decrepitude pela qual passava nos últimos anos. Mais do que nunca agora temos um mito. Eu não 'existia' (acho) quando Elvis, Lennon, Marley e tantos outros paradigmas das artes morreram. No entanto, consciente, registro que Jackson morreu... Noite fria chuvosa...

No ano passado escrevi este texto para o Mistureba Híbrida, ressuscito-o:


Drácula ou Peter Pan? Não, é Jackson

É, chegamos ao derradeiro suspiro de mais um mês, o tal do cachorro louco, do desgosto e de todos esses clichês. Muita coisa aconteceu neste entremeio: Os Jogos Olímpicos na China, mais um conflito armado, encabeçado desta vez pela Rússia e pela Geórgia, a confirmação de Obama como representante Democrata nas eleições presidenciais dos EUA... No entanto, não escrevo para fazer uma retrospectiva de Agosto, e nem sei por que me demorei tanto nesse prólogo. Como tempo é informação, e esta é uma das forças motriz da atualidade, deixarei de delongas e entrarei no meu breve discurso. Acompanhe, pois!

Ao caro Vanildo Marley, desculpe-me, mas desta vez serei eu a escrever sobre mais um cinqüentenário: Michael Jackson! Sim, como foi amplamente noticiado por todas as mídias hoje, 29 de agosto comemora-se o aniversário de um dos maiores paradigmas da música pop mundial. Todos, ou melhor, muita gente, já o ouviu e senão, ao menos deve ter acompanhado os inúmeros mitos que acompanham a sua figura. Atualmente, aliás, ele figura com mais freqüência nas páginas de fofocas sobre celebridades do que nos cadernos de Cultura e Música. Ok, mas não estou aqui para falar sobre a biografia dele (para isto basta acessar deus, ou Google se preferir). E sim prestar uma singela homenagem através da lembrança dos ‘seus anos’.

Pode-se discutir inúmeros traços da personalidade de Michael, e até dizer que ele é um louco, pedófilo, uma aberração física e etc. Pessoalmente eu até concordo com determinadas atribuições feitas a ele. Mas nada disso, absolutamente nada mesmo, macula o seu histórico como artista, como criador (não apenas musicalmente, a influencia que ele exerce em outros campos como a dança contemporânea é relevante e deve ser ressaltada). O que importa, de fato, é que ele já está no roll da fama ao lado de outros grandes nomes fundamentais na criação da música pop americana, como James Brown e Prince.

Bom, pra finalizar Jackson é acima de tudo uma ‘persona’, interpreta uma personagem de si mesmo. A um veículo de comunicação norte americano ele disse que, nesta data querida, se sente “muito sábio, mas ao mesmo tempo muito jovem". Um misto de Conde Drácula e Peter Pan? Talvez, embora se tratando do “Rei do Pop” (não gosto de titulações com essa, mas...), eu não tenha competência alguma para afirmar absolutamente nada... Em suma, parabéns Michael! E que muitos outros sucessos e inovações artísticas venham à luz, para a nossa satisfação, é claro.



Ps do blog: Hoje tive que fazer um especial de Michael na emissora de rádio que trabalho. Confesso que não curti nada quando fiquei sabendo. Já não vejo mais graça em homenagiar personalidades quando se vão.

Outra ps do blog: Por isso a postagem do meu camarada Jean.

Última ps do blog neste post: Estou com a sensação de que Jackson não morreu. Eu já ouvi isso antes.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Oi, tchau, fui...

"Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei.
Pra você correr macio."

Mas a dureza dos trabalhos finais de semestre estão acabando. E aí o blog voltará a ser atualizado freqüentemente.

Não poderia deixar de desabafar aqui: “merda de economia”. Eita materinha fueda.

sábado, 13 de junho de 2009

Quem Eu Sou?



Quem eu sou?
Um idiota disfarçado de inteligente
O que é inteligência?
Para eu não ser inteligente é ser inteligente também
Quem eu sou?
A cada dia mais sou um merda
Mais um tolinho no meio dos falsos seres-humanos
O que é o ser-humano?
Ele não é
Quem eu sou?
Mais esquerdista do que se imagine
A cada vez mais, desiludido do mundinho de aparência dos hipocritas
O que é hipócrita?
Não ser honroso o suficiente para assumir a própria decadência
Eu já fui um, e às vezes ainda sou, infelizmente
Quem eu sou?
Sou hoje grato por pessoas que tiveram comigo nessa fase conturbada
Obrigado, Jean, Cassinho, Jiovani (é com j mesmo), Danilo, Rogério, Ronaldo, Marinho, Daltinho, Daniel, Tadeu, Edvaldo, Bel, Gi (buchechinha), Rúbia (fabulosa), Fernanda (só conheço pelo msn e orkut, mas me encanta sua simpatia, é algo que destrói a falsidade tecnológica), Elida, Taty, Érica, Taísa, Fernanda(essa conheço pessoalmente), Alessandro, Juninho (Miguin), Léo, Carlos (Pudim), Carla, Ludmila (Lud Lud Luddddddddd, paixão), sem condições de agradecer todo carinho e confiança em mim.

Me deu vontade de sair com o carro e novamente bater em alta velocidade. Hoje acordei meio maluco. A loucura me corta agora.

Ontem conversei com a Jéssica. Que simpática ela estava, que linda ela estava. Olhão arregalado, sorriso impecável e o papo cabeça. Conjunto perfeito: beleza, simpatia e inteligência (opa, o que é inteligência?), neste caso eu vou responder: Jéssica.

Ela merece o uísque que a prometi. Pagarei feliz da vida. Pois os olhos fixos da garota com postura de mulher independente, destrói qualquer tristeza.

Quem sou eu?
Um sujeitinho grato por que essas pessoas, direta e indiretamente fez por ele.

Ps: conheci a Ana Paula a menos de 48 horas. Professora, mãe de 3 filhos e separada. Mulher independente, coisa do pós-modernismo.
O que é pós modernismo?
Neste caso, eu responderia: Ana Paula.

Outra ps: há pouco mais de uma hora conheci a Léo (outra ). Não sei o que ela faz ainda, 2 filhos e também separada. Loucaaaaaaa a mulher!

Ps importante: feliz por ter voltado a falar com a minha Patrícia. Ela é rebelde como eu. Para o padrão da nossa família nós dois somos espécies de ovelhas negras. Acho isso ótimo!!

Outra ps importante: sei que existem muitos erros no post, mas é que tava afim de escrever do meu jeito.

Viva os loucos!!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Surpresa Desagradável

E na rotineira correria, nem sempre é possível estar 100% atualizado, ainda mais com em dias atuais, onde a cada milésimo de segundo são despencadas inúmeras informações.

Por tal motivo, acabo deixando de visitar um ou outro site. Foi o que aconteceu anteontem.

Acompanho há uns 4 anos um site especializado no mundo do rádio. Uma espécie de globo.com do gênero. (www.tudoradio.com)

Mas o que quero lamentar, não é o meu atraso na informação e sim que a notícia do dia 08/06/09 falava sobre a morte de uma das minhas referências no FM, o locutor Sandro Anderson, da 89 de São Paulo, a lendária Rádio Rock (hoje não é mais, mas...).

Emissora que no final do ano passado se surpreendeu com o falecimento do também competentíssimo Léo (que morreu depois de passar por uma cirurgia, ou durante, não me lembro bem).

Lamento pelo rádio, tão escasso de profissionais de nível, e de paixão pelo veículo. Gente que trampou na frente nos microfones mais pelo prazer, do que pelo status, como a grande maioria faz hoje.

Lamento pelo considerável tempo que já não o ouvia (agora só os áudios pela net) por falta deste.

Lamento e me alerto para não deixar mais de falar de quem você admira depois de uma fatalidade como a ocorrida (Sandro morreu de acidente de moto na noite do último domingo).

Pois me sinto meio oportunista, com a sensação de só estar escrevendo isso porque ele não vive mais. É uma lição que tiro e assumo a partir deste post, em dar mais créditos a profissionais que considero importantes e de certa forma me influenciam na vida pessoal, universitária e profissional.

Minha mente agora busca saudosa a voz de Sandrão dizendo a que eu considerava sua marca registrada: “e ae tudo cerrrrrrrrrto? (com aquele R de paulistano) Eu sou o Sandro Anderson”. Era assim que começava a sua jornada na 89.


(Essa foi a homenagem feita no site da 89)

Mais um lamento para finalizar: uma pena que não ser noticiado pelo jornal nacional, por exemplo, a perda de um grande nome do rádio. Lamentável como a cultura do rádio é desprezada em tempos atuais.

Enquanto isso, eu digo: todos os dias na Record tem “A Fazenda” e vem aí a 10ª edição do “Big Brother Brasil” e “viva” os “Alemão” da vida! As “Íris”, os “Thirso”, as “Fany” (o erro de concordância foi proposital).

E desculpa por não ter homenageado ninguém do reality da Tv do IURD (Igreja Universal do Reino de Deus), o motivo é que não sei o nome de ninguém lá.

E mais uma nota lamentável (achei que tinha acabado). Esses grandes “gênios” de 15 minutos de fama ganham muito mais que um profissional de rádio como o citado aqui. Tanto grana, quanto destaque.

Para terminar de vez, só tenho a dizer: “por tudo isso postado, eu lamento”.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Passando Para Fazer Um Jabazito.

Tem postagem minha no www.mistureba-hibrida.blogspot.com (copie e cole, pois não sei o que acontece que o link nunca cai aqui). Mas na opção Vidrassa Indica que fica do lado direito do blog, ele está lá.

Beijuca na nuca.


Ps: O post se chama: Mais Uma de Solidão

sábado, 6 de junho de 2009

Mais Um Dia

Numa tarde que se vai, os estilhaços do sol só deixam lembranças. E a noite que chega traz possíveis esperanças. A frase a cima lembrou um verso, teve rima e me jogou no meio do universo. Parei para pensar em algumas loucuras, e cochilei em tempo de sonhar nas alturas.

Numa tarde que foi, armadilhas cegas se morderam. E quando a noite me disse oi, visões malucas me acenderam. Isso parece um poema, tem rima e levanta suspeita de algum dilema.

O que será no final?

Laços estreitos, dúvidas e desajeitos, e eu já terminei o que tinha para escrever.

Tudo é, e anda tão normal...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Abri a Porteira 2

“No último sábado (24) li na primeira página de um site na internet sobre a tragédia de Jaguariúna, onde 4 pessoas morreram pisoteadas e segundo a informação que li, mais de 500 ficaram feridas”.

Assim comecei o post intitulado “Abri a porteira 1”.

E como havia prometido (e enfim vou cumprir uma promessa aqui no blog) escrevei minha indignação em relação a organizadores de festas na sua grande maioria e também os meios de comunicação, também em sua grande maioria. Sou meio suspeito à generalização.

Na ocasião que li a matéria que começo este post, logo quando terminei pensei em fazer um debate na rádio (para quem não é do sul de minas, e não sabe, apresento um programa de interatividade de 12 até 13 horas de segunda a sexta pela Onda Sul fm). Mas em precoces segundos caí na real. Pensei: “se coloco em discussão a segurança dos rodeios, será bem provável que a coisa não ficará boa para mim não”.

O motivo? Simples o raciocínio, lógico e muito claro.

Caso levantasse uma discussão dessas no ar, em época de festas de peão em uma região tomada por esse tipo de evento, onde praticamente todas as cidades anunciam na rádio que tem o maior alcance regional, atingindo um público que ultrapassa dois milhões de habitantes, dessa quantia jogamos bem por baixo que duzentos mil ouçam, já é um número considerável para a divulgação de um evento, uma vez que existe a multiplicação das vozes. Um ouve, fala para o outro que não ouviu, que vai comentar a festa tal com o fulano e por aí vai... se me atentasse na ousadia de falar sobre o acontecido em Jaguariúna e dando a entender que estaria prejudicando as que aqui ocorrem, certamente boa palavras não seriam dirigidas a mim. Isso se não perdesse o emprego.



E como já havia combinado comigo mesmo em entrar na política dos coleguinhas,(isso temporariamente) resolvi deixar quieto e ficar observando. O óbvio! Ninguém tocou no assunto e continua firme e forte os comerciais das exposições agropecuárias, sorteios de ingressos, rabichos e toda essa papagaiada que polui os ouvidos de quem ouve.

E é aí é que a coisa é irritante ainda mais. Mesmo sabendo que a plástica da emissora (isso qualquer uma em sua grande maioria) fica um lixo com essas coisas, parte comercial não quer nem saber, quer é vender e encher o bolso (maldita porcentagem que vendedor em alguns casos tem) e que se ferre a parte artística, programadores musicais, locutores e apresentadores.

Parte artística que é a última a palpitar e ter alguma razão em tempos atuais na mídia. Pois essa por mais que necessite da grana, sempre busca levar o seu melhor, principalmente pelo prazer em fazer algo do agrado do ouvinte no caso do rádio, mas esquema financeiro breca toda essa motivação e qualidade.

Nem mesmo informação é possível passar. No caso da notícia de Jaguariúna nem falado como uma nota jornalística foi, pois possivelmente mexeria com os organizadores dos lados do sul das Gerais e estes comunicariam a emissora e talvez até cancelariam seus contratos. Então, direção comercial é cutucada e para livrar o dela e manter o anunciante pressiona a parte artística que contrariada leva um exagero de jabás ao ar.

Já me revoltei e discuti essas questões. Não mais que duas semanas resolvi deixar de lado. Vou entrar no jogo, aceitar o que mandam de maneira serena só para ver onde isso tudo vai dar. Porque acredito que uma hora a casa pode cair. O excesso pode virar ausência. Muitos contratos, dinheiro e talvez por isso, falta de qualidade e audiência.

A questão é que: o principal condutor de um meio de comunicação, o comunicador, hoje é o menos valorizado. Um organizador de evento anuncia, depende dele e ali injeta grana. O organizador do evento tem seu retorno, depois de inúmeras exigências na hora da divulgação, o departamento comercial acata as ordens do organizador anunciante e tira o seu também. E na brincadeirinha quem levou e fez o nome da festa não tem direito a nada e é o que menos lucra com isso. Em algumas vezes iludido com algum convite. Poupe-me.


Dentro de tais questões termino um pouco mais aliviado em ao menos aqui poder me expressar, pois aqui no Vidrassa eu sou meu próprio Silvio Santos. O que não é garantia de nada, já que alguém da parte dominante ou um puxa saco dela possa ler e isso ocasione alguma a minha demissão da emissora que trabalho. Não acredito que seja mandado embora, mas que uma ordem virá para que eu não mais divulgue o blog lá isso já é muito e quase provável.

O poder me assusta!

E é bem pior que você imagina.

Mas estou de olho...

sábado, 30 de maio de 2009

Amauri Jr. Por Um Dia, Ou Uma Noite...

Mesmo sendo um contrário fervoroso em relação a colunas sociais e principalmente sites de baladas, vou orgulhosamente me dar o direito de cair na tentação.

Motivo: a cidade onde nasceu Rogério Flausino, a simpaticíssima Alfenas.

Recebi um honroso convite e fui curtir a festa dos 100 dias do pessoal da uma faculdade lá (sem jabás explícitos).

Vidrassa orgulhosamente apresenta seu momento coluna social.

Veja 4 fotitas.









Ps: não fosse a profunda admiração pelos alfenenses jamais faria um post Amauri Jr.

Outra Ps: no post nego a fazer jabá da faculdade que fez a festa, porém o mané aqui deixou explícita a marca do boné que usava. Vacilão!

Ps final do post: me falaram que este blog é uma apologia ao álcool (basta ver que algumas postagens falam realmente de álcool), e o dono dele concorda. Mas afirma: a política brasileira é uma apologia ao roubo e a mentira e tem até propaganda gratuita no rádio e na tv.

Outra ps final: o blogueiro está com muita ressaca.

Beijuca na nuca!!!!!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Abri a porteira 1



No último sábado (24) li na primeira página de um site na internet sobre a tragédia de Jaguariúna, onde 4 pessoas morreram pisoteadas e segundo a informação que li, mais de 500 ficaram feridas.

Na hora me indignei. Me veio uma dor instantânea quando me imaginei ser parente de alguma das vítimas.

E pior: os poderosos que estão atrás da organização desses eventos, no máximo respondem a algumas audiências e pagam lá uma certa grana, que para eles não é nada. E que para o grande público parece ser algo gigantesco (lei do dominante e dominado).

Não vou aqui entrar na questão de ser contra ou não festas de peão. Mas que não curto rodeio, não curto não. Uma festa agropecuária sem rodeio seria bem mais saudável, principalmente para cavalos e touros.

É um assunto que vai longe. Certamente, terá quem não concorde comigo por achar que festa de peão de boiadeiro sem rodeio não é a mesma coisa. Como terá os que são da minha opinião.

As opiniões também se dividem entre os artistas. Pessoas conhecidas em nosso país travam batalhas opinativas em relação a tal evento.


Rita Lee é quem começou a polêmica ao negar o convite de uma grande festa. E não fez show e ainda por cima, soltou o verbo e mostrou toda sua indignação contra rodeios.

Chico César fez até música contra esse tipo de modalidade esportiva. “Eu odeio rodeio” protestou o compositor em versos e melodia.

Outra personalidade declarada inimiga do “segura peão” é Adriane Galisteu.

Estaria aqui sendo um hipócrita se dissesse que não vou em festas do gênero. Já fui e continuarei indo, pois ao contrário do que alguns já me disseram, não penso que estou contribuindo para o sofrimento dos animais não. Porque em uma festa do tipo, há outras várias atrações, embora não seja chegado em quase nenhuma, exceto alguns shows, mas além das atividades que eles chamam de esportivas, eu chamo de toscas e covardes, o restante é uma exposição “como outra qualquer”. Guardadas inúmeras e distantes proporções.

Além disso, tem a questão dos shows, que é onde realmente queria chegar.

Se por um lado, existe por parte a revolta pelos rodeios, por outro pode ser a única chance de se ver um artista que jamais se teve a oportunidade de ver.

É inegável que as festas agropecuárias facilitaram muito nesse aspecto. E aí que questiono um pouco a decisão de Rita Lee. Tudo bem que ela está defendendo um ato que considera ilegal, mas por outro ao meu modo de ver, por mais que seu nome engrandeceria um evento de sua não simpatia, muitos fãs que jamais tiveram e possam ter a chance de ver uma apresentação sua, que não seja em uma festa de peão.

Se o triste fato não acontece em Jaguariúna muitos veriam nada mais que o Rei se apresentar.

É minoria quem vai interessado nos bois, vacas e peões.

Ou você acha que todo mundo que vai em uma festa dessa é porquê gosta? Óbvio que não. A grande maioria vai por que é festa. Não interessa se é rodeio ou carnaval, o que interessa é que é festa. Eu sou um exemplo que prova e comprova isso.

Poderia assim, a Rita Lee, se apresentar como o Capital faz, e se eles tivessem a mesma atitude da roqueira, eu não teria visto ainda um show deles. Nunca coincidiu um show da banda em uma festa que não de peão, que eu tivesse grana ou tempo para ir. Quando não era um, era outro.

Esse primeiro post a respeito do assunto rodeio foi mais para opinar sobre a questão dos artistas em relação ao seu público. No próximo, não serei tão bom com o pessoal do meio não.

Irei “cavucar” toda podridão que existe entre organizadores e donos de empresa de comunicação na realização e divulgação de uma exposição agropecuária e eventos em geral.

É claro que existem as excessões.

Seguuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa meu povo!!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Post 51 (com saúde)

Se no post 50 não foi possível fazer nenhuma postagem mais profunda para o momento histórico (exagerado, eu sou mesmo exagerado!). Neste ao menos não tenho a cabeça pesada que me encomodava no último domingo.

Gripe superada, estou aqui para agradecer as inúmeras visitas no Vidrassa. A cada dia o número de acesso aumenta. Isso prova que comentário não é bem a realidade de um blog. Até porque com tantos meios virtuais hoje, os comentários nem sempre são no diário virtual, mas no orkut, msn, e-mail e por aí vai...

Recebo muitos comentários dos textos por essas ferramentas.

Mas partindo para a postagem, é com uma felicidade intensamente e euforia que a quinqüagésima postagem é para falar de futebol.

Talvez não seja um bom exemplo, mas não fui à faculdade hoje para ficar em casa e ver a final da Liga dos Campeões da Europa entre Manchester United e Barcelona.

Daqueles jogos que ressuscitam o prazer de ver futebol e esquecer da cartolagem indigesta que existem no esporte mais popular do planeta. Não sei o motivo, mas falando em cartolagem indigesta no futebol, lembrei da copa de 98. Deixa pra lá, deve ter sido só uma coincidência, ou não.

Antes de começar o jogo pensei que aquele momento era tão bom para quem gosta de futebol como eu, quanto para alguém que gosta de um bom filme. E como todo bom filme, o final sempre te surpreende. E assim foi na sessão que assisti.

O time inglês era favorito, o mais forte. Porém o Barça é quem venceu a queda de braço, ou melhor, de pernas. Em um jogo surpreendente a equipe espanhola depois de tomar 3 sustos consecutivos, na primeira oportunidade fez com o camaronês Eto'o.

Perfeito!

Vibrei como se o gol fosse do Corinthians, e de fato o time espanhol é o meu Timão de lá. Desde os tempos de Romário.

Depois uma torcida firme para o Silvinho ex jogador do Alvi-Negro de Parque São Jorge, que só participou da decisão devido a suspensão do também brasileiro Daniel Alves.

Mas o jogador apesar de preciso, passou longe das atuações de que fazia pelo seu ex-time.

E só para ficar mais bonito, no segundo tempo Messi (tudo bem que é argentino) fez o segundo gol do meu Corinthians espanhol. E eu vibrei como se ele fosse um jogador Tupiniquim.



Volto ao começo do texto, onde falava da cartolagem. Pois então, hoje voltei a sorrir com o futebol. Pois ali, venceu quem foi merecedor daquilo que se construiu trabalhando, com o suor, dentro de campo. Um respeito com o torcedor que tanto ama esse esporte.

Pena que nem sempre é e será assim.

Quem viveu a final da Copa de 98, sabe muito bem o que sinto.

Viva a honestidade!!!!

Ela ainda existe, com muita exceção, mas existe.


PS: imagem extaída do www.terra.com.br

domingo, 24 de maio de 2009

Estoy "Dódói"



Mil idéias habitavam minha cabeça. Planejei fazer vários posts neste domingo. Mas uma gripe (espero que seja a tradicional, pelos sintomas é. Ufa!)me laçou e mal consigo raciocinar que 1 + 1 é = a 2, em 45 segundos.

Ps: este foi o quinquagésimo post do Vidrassa. Pena que o o dono esteja em condições de saúde indigestas para esta celebração. Fica então a comemoração para a postagem 51. Hummmm... boa idéia!!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

PROFUNDA REFLEXAÇÃO FILÓSOFICA




"A cultura moderna conteporânea dos dias de hoje é uma coisa atual"!

Por Antonio Ribeiro Jr. Vulgo Juninho Miguim

Ps: depois de aprofundar na genial frase, o autor ainda completou: "isso ficou redundante, mas poderia ter ficado mais".

Outra Ps: a frase foi parida antes mesmo do autor beber cerveja durante toda uma partida de futebol e devorar um litro de vinho. Este último ácido foi bebido sozinho pelo filósofo.

Última Ps: Viva os loucos!!!!!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Mais Um Dia

Tive a tarde livre nesta sexta. O tempo estava nublado, meio frio e ventava com moderação. Saí com uma blusa daquelas que inibem qualquer tempo gelado, mas a calça nem foi necessária, de bermuda mesmo comecei a minha caminhada.




A primeira parada foi para comprar o jornal desta sexta, depois rumo ao cabeleireiro (para variar estava atrasado), onde dei risadas que assassinaram o meu tédio cotidiano. Foram minutos agradáveis, do jeito que gosto. Duas figuraças (daquelas folclóricas) entraram no salão e começaram suas estórias. Enquanto ria, também ficava tentando entender o mundo das duas figuras que se divertiam com coisas que para nós “não doidos” é coisa de “doido”.

Mas é justamente aí que fiquei matutando com meus miolinhos. Pois, na hora cheguei à conclusão (aliás, por muitas vezes tive essa conclusão) que loucos somos nós que vivemos nesta correria idiota atrás de status e grana e que na cara de pau chamamos de sobrevivência. Cidadãos assim que são felizes! Ganham pouco (se é que ganham algum dinheiro) e estão sempre rindo de si próprios e se lixando para a porra da sociedade capitalista que infelizmente nos manda e pior ainda, nos faz sentir sua necessidade. Gente do bem, sem maldade alguma. Toda vez que cruzo com gente assim, vem sempre na cacholinha o alemão Kaspar Hauser e o livro sobre ele chamado A Fabricação da Realidade. A parte que ele diz que a maçã tem vida é fabulosa. (Quando tiver com um tempo, acho que só nas férias e olhe lá, contarei mais sobre o filme e o livro).

Só para fechar a parte do salão onde cortava minha juba. Durante tudo isso, eu ficava olhando no espelho e me veio um desespero. Vi que estou ficando careca. Para os engraçadinhos, eu estou é com entrada para careca (com conotação ainda), aí ferrou.

Cabelinho cortado, como os piolhos detestam, segui rumo la casita do meu avô (chamo ele de vovô e carinhosamente de "véio"). Na caminhada tranqüila observo tudo. Gostei de uma cena em que vi 3 mulheres andando pareilhas com suas respectivas bicicletas. Logo depois, vi as montanhas que esperavam a noite chegar, e ao redor delas, muitas nuvens que aqueciam a chuva que cairia algumas horas depois.

Chegando próximo da casa de meu avô, bateu um certo nervosismo, porque desde o natal passado que não o via. Não sabia como iria encontrá-lo, e o medo maior foi que ele não me conhecesse mais. Ufa! Ainda bem, o veio não só lembrou de mim, como também deu suas gargalhadas habituais depois de uma palhaçada minha. E ali presenciado tudo, minha vovozinha de olhar de paz e coração brando.

Hora de voltar para a casa. Um abraço fiel no meu “véio” vovô Sebastião (o popular em seu bairro, Tião Tristão), a conversa tranqüila com vovó Tereza. E passos felizes de volta.

Para não perder o costume, uma cervejita no bar do Marinho com os amigos, acompanhado de piadas sacanas, papo sobre futebol, mulheres e tudo mais.

Chego em casa, um oi e um bate papo rápido com meu pai sempre com aquela tranqüilidade e já se preparando para deitar (o dia para ele começa as 3 ou 4 da manhã) e para celebrar o fim do trajeto, minha mãe chega em meu quarto e começa a ler o jornal junto comigo, ambos sentados em minha cama. E como diz a canção: “e lá se vai mais um dia”. É! se vai, pois ainda não terminou. Estou indo me aprontar para ir em alguma festa com meus amigos loucos.

Viva eles!!!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fui Para Cama com os Paralamas (sem conotações)

Chegando da faculdade na noite de ontem liguei a tv para ver os 3 pênaltis defendidos por Marcos no jogo das oitavas de final da Copa Libertadores da América entre o porco e o leão.

Enquanto folheava os canais me deu a louca de ver o que passava na Rede Globo( muitos como eu xingam e xingam a bendita, mas sempre confere o que está rolando por lá), e de cara escuto Jô anunciar Os Paralamas do Sucesso. Acabei nem vendo os penais defendidos por Marcão que tanto queria ver. Embora o blogueiro seja corinthianíssimo, ele é torcedor do goleiro palmeirense, assim como muitos torcem por Ronaldo. Seria mais ou menos isso.(Mas não compro camisa com nome de jogador nas costas. Ptuz, não tem nada a vê)

Mas a audição paralâmica (como diz Herbert Vianna) foi mais forte e fiquei por ali mesmo vendo a banda tocar e também contar as suas estórias.

Vendo tudo aquilo me veio à lembrança de um show deles que fui em 2007, onde depois de muita briga com os seguranças consegui subir em uma cerca (me senti um bezerrinho agora)que separava o palco do público. Vencida a batalha, filmei um pouco da apresentação, tirei algumas fotos e fiquei observando o baixista Bi Ribeiro brincando de tocar e todo esforço de Herbert.(Os vídeos e fotos estão todos na casa do Jhonatan, que até hoje não me passou).


As expressões não me passavam outra coisa, a não ser uma energia de incalculáveis e inexplicáveis volts de amor pela música.
A cada acorde um esforço que mexia de forma bruta com os músculos de seus braços e a cada solo na sua guitarra, caretas que chegaram até a me incomodar. Na hora pensei: “isso deve doer muito”, “o que passa na cabeça dele agora”, “como pode depois de quase morto, voltar a tocar, cantar e compor e ainda de forma espontânea se comunicar com seus fãs”? Fiquei com essas indagações por um bom tempo na cabeça.


E ontem tive a felicidade de rever e indagar tudo isso novamente. Infelizmente não tão próximo como há dois anos. Mas ver seja lá de qual distância que for Herbert Vianna tocando com tanta vontade, contando estórias e piadas, deixa qualquer fã dos Paralamas como eu, feliz!

Depois disso, saí um pouco no terreiro, vi la bella luna; deixei minha insônia na lanterna dos afogados e dormi para sonhar com uma brasileira loirinha de cabelo bombril.

PS: as fotos foram extraídas do site "Paralamas Forever". O link está no lado direito deste blog, na opção SITES.

domingo, 10 de maio de 2009

Numa Casinha de Sapê

Há muito tempo ou em tempo algum eu me encontrava em um quarto meio escuro de uma casa velha rodeado de pessoas. Os assuntos são os mais pornográficos possíveis. Estou aqui rindo de coisas nada a vê.

Muitas cervejas estão na geladeira meio antiga e o quarto está cheio de garrafas fazias, com algum restante quente. Eu bebo em goles lentos, imaginando e planejando a noite deste sábado. Mulheres e homens deitados em um só colchão e eu num colchãozinho do lado meio isolado, mais ao mesmo tempo acompanhado por seres que caminham para a embriaguez total.

As vozes neste quarto meio escuro cismam em cantar algumas canções populares. Risos; alguns gritos; e falação incontrolável dominam o ambiente. E eu tomo mais uma gole no meu copo de cerveja meio quente.

Assim vai se indo mais um sábado nessa minha vida meio anormal. Nos últimos tempos vivo assim. Sem saber o que pode acontecer, e o que vai acontecer em mais uma noite de sábado de lua cheia.

Sinto feliz agora, como há muito tempo não sentia. Completaria toda essa euforia se o meu sorriso de 74 km de distância estivesse aqui.



Mas em breve os dentes inocentes estarão. Eu ficarei ainda mais feliz.

Finalizo o texto com mais um gole de cerveja.


PS: a foto foi tirada na hora em que fazia o texto

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Viva o povo 2

Só quem gosta tanto do povo como eu, entende tamanha felicidade de ver as equipes mais polpulares do país serem campeãs no mesmo dia.

Viva o povo!!!!

sábado, 2 de maio de 2009

Recomendável


Um pulinho rápido aqui para bajular o meu chefinho.

Na última quinta-feira entrou no ar o novo site da Onda. Para quem curte rádio e delira com o mundo virtual, vale a pena conferir a nova ropagem do endereço eletrônico da emissora.

www.ondasul.com.br (use o famoso copiar/colar, pois não sei o que acontece que o link não cai diereto, uma vez que todo procedimento desta coisa está certo).

Destaque para o link EQUIPE, onde o ouvinte tem acesso a vídeos, orkut e msn de cada locutor.

Mesmo assim, queria muito ter nascido um pouco antes para trampar numa rádio nos tempos das cartinhas. Mas está valendo. Em tempos de crise, pelo menos se economiza papel e tinta de caneta.

sábado, 25 de abril de 2009

Viva o Povo!




Quer amizade mais popular que essa?

Cassinho comemorando a vitória do mengão na Taça Rio e classificação para a final do estadual do Rio e eu gargalhando com a vaga que o Timão conseguiu em cima do até então todo pomposo São Paulo. Ao meu lado estava o também Corinthiano Alessandro.

Mais do que mineiros. Brasileiros regidos por paixões sociologicamente admiráveis e inexplicáveis.

Algumas Farras

Talvez novamente, de novo e outra vez, parto para o lado pessoal. Mas tentarei salvar o texto com uma observação magnificamente positiva, levando em questão a “paradeza” que os jovens de hoje estão. Quando digo “paradeza”, podem pensar alguns que o blogueiro aqui está já velhinho e não agüenta mais como antes o batido.

Não é isso. Quando digo “paradeza”, me refiro a falta de alternativa que a maioria da juventude tem em tempos atuais.

Tudo se resume em ir para a balada (nada contra, até gosto), ficar com o menininho ou a menininha do corpinho perfeito e do miolo besta, e lógico: mostrar a roupa “bunitinha”. Putz...

Na última segunda, véspera de feriado e aniversário do meu amigo Cassinho (amigo mesmo!), tinha gente de todo tipo. Dois ambientes marcavam a sonoridade do agito. Lá no fundão da casa, comiam frango e bebiam cerveja e cachaça já na sala e varanda, ouvíamos rock nacional e tomávamos uma geladinha, vinho e vodka. E conversávamos de tudo.

Nessa conversa houve um assunto razoavelmente sério e um cidadão que faz parte da ala dos “vou pra festa bunitinho” disse: “nossa, que papo brabu”, “vamu mudar de assunto”.

Na hora pensei em mandar tomar no Busch (sinônimo de cú), mas aí ignorei e continuei o assunto, que nem era tão sério assim, bastava ter um pouquinho de ABCD no cérebro e tudo correria bem.

Longe estou de ser um gênio ou coisa do tipo. Mas distante também de tamanha ignorância.

Conclusão: o coitadinho logo saiu do reduto assombroso para ele e foi para um outro canto da cidade, onde rolava uma festa de gente que não tem porra nenhuma, mas conversam assuntos do tipo: “que roupa bunita essa minha. Nossa! Fulano hoje está tão desarrumadinho. Vou lá conversar com ciclano, ele tem dinheiro”.

Enquanto isso, a galera que continuou na casa varou a madrugada, com uma rodinha de pessoas agradáveis e nada preocupadas com a estética. E sim preservando o fácil ato do divertimento sincero.
Já há um bom tempo, timidamente venho presenciando cenas do tipo.

Do nada conheci uns caras que estavam em um ponto de táxi da city tocando e cantando clássicos do rock. Vagava pelas ruas, quando me deparei com essa mulecada. Pronto! Fechado, já marcamos algo para o fim de semana seguinte.

Desde então, não paramos mais. Os encontros rolam naturalmente. Papo vai e vem no msn e de repente estamos nós reunidos e curtindo a nossa balada, com o nosso visual mulambento e sem medo de falar do Tom Zé, ou de Ramones. E sem preconceitos, falamos do Zezé e axé. E arriscamos algumas vezes um samba no pé.

Várias outras coisas estão pré-agendadas (jamais confirmadas, no improviso é mais emocionante) e cada vez mais nos sentimos bem com a nossa balada.

Só para encerrar e para que se tenha uma noção de como é legal tudo isso. Rapidamente conto a farra do sábado dia 19. Enquanto os “jovens” na sua maioria iam curtir a balada habitual, decidimos irmos para uma churrascaria, mas para tomarmos chopp.

E lá tive a grata honra de presenciar, mesmo que por pouco tempo e de improviso a primeira apresentação do Daniel (que figuraça) e que talento. Inesquecível a emoção e nervosismo dele. Mas inesquecível ainda a nossa felicidade em vê-lo ali, tendo uma pequenina oportunidade. É de se acrescentar a gentileza dos músicos que no intervalo deram essa chance pro garoto. Foi uma loucura!


(Vamos curtir!) A turma dando aquela forcita para o "Dani" (ficou meigo isso... ui)



Música agradável ao vivo e um clima de sossego. Tudo isso, em volta de pessoas que te consideram e pensam como você. Quando não pensam, ao menos respeitam sua idéia.

Fim da apresentação. O show acabou. Pagamos “la contita” (essa parte foi doída, e como!). E trilhamos rumo ao nosso point favorito. A casa (na verdade é um muquifinho aconchegante, apelidado de cafofinho) que alugo para fazer esse tipo de “agito”. Percussão, violão e começa a cantoria.
Como pode ver.

(Tem uma foto que pega todos, mas está na máquina na Bel ou da Gi. Mas já se dá para ter uma idéia da nossa diversão).

Tinha corrida e íamos assistir juntos como estamos fazendo desde o inicio da temporada. Mas o som desta vez estava tão bom que esquecemos de torcer para o Rubinho ficar em segundo. Em primeiro já desanimamos.

Não estamos fazendo nenhuma revolução. Longe disso. Mas estamos divertindo sem artificialidade. E sem precisarmos de usar roupinha da moda ou de marca que custa o famoso “olho da cara”.

Lembrei agora que o Jean, colega meu de facul e que está ralando com seu TCC, me dizer que no mesmo dia estava reunido também em uma casa e tomando vinho. Verdade! Eles sempre fazem esses encontros, chama-se: OS ESQUIZÓIDES, e lá na casa do Flávio discutem música, literatura e por aí vai... Show!!!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Não Deu, Mas Valeu!

E como valeu! Não passei no paredão do concurso de compositores promovido pelo Leoni. Mas fique muito feliz com a camaradagem que encontrei quando decidi de última hora participar. Janaína e João Paulo nem sei como agradecer e retribuir a coragem e camaradagem de vocês. Aos amigos e colegas muito obrigado pela força.

Vai parecer choro de perdedor, mas é apenas uma opinião em cima do que entendi da proposta do concurso.

Meu primeiro questionamento é em relação ao critério de eliminação por votação “popular” que foi realizado. Ficou muito ídolos em fase final. E o final da história todos sabem. Além de não vencer o melhor, depois ainda não emplaca (não estou afirmando que sou o melhor e que minha letra faria sucesso), apenas acho que esse tipo de concurso tem que ser sempre avaliado por profissionais e o que eu acompanhei nos comentários foi que o contato e “amizade” entre o pessoal que sempre participou do fórum do cantor prevaleceu. Ninguém estava importando em observar e analizar e sim votar no amiguinho.

O segundo questionamento é em relação aos comentários que li sobre o 4º paredão. A maioria pelo que notei votava pela "amizade” como já citei ou então estava votando por quem cantou melhor ou quem interpretou melhor. Eu lembro em ter lido no regulamento do concurso que este seria da melhor letra e não era de interpretes. Letra é letra. Cantando bem ou não o propósito era ou é a letra ao meu ver, a interpretação ficaria para o Leoni quando fosse gravar a melhor letra.

De qualquer forma está valendo. Foi gratificante participar desta doideira. Nessas horas a gente vê quem aperta sua mão com sinceridade.

Não deu, mas valeuuuuuuuuuu!!!!!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Votemmmmmmmmmmmmmm...

E ae malucada!

O meu vídeo com a letra para o concurso de compositor do Leoni está em votação. www.leoni.com.br.

Desde já agradeço a força. É até domingo a votação.

Aproveitando o post, para brindar os “vidrasseiros” com algumas fotos tiradas na Serra da
Tormenta (1287 metros de altitude), localizada em Carmo do Rio Claro.



Ao fundo o Pico de São Gabriel






Nem tudo é perfeito...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Olá!

Sem desculpa desta vez. Não estou postando nos últimos dias por falta de inspiração e coragem mesmo (preguiçaaaaaaaaaaaaaaaa de pensar). EU resolvi seguir o conselho de uma colega de classe a Leiliane. A dica dela era para que eu ligasse o meu foda-se (sem conotações), e foi o que fiz.

Viva! Que paz estou. Nada me chateia. Até domingo ao menos estarei assim. Pois uma derrota para o São Paulo pelas semi-finais do paulista pode reativar o meu foda-se (sem conotações de novo) e fudido ficarei. Caso isso não ocorra, tomara! Na paz e no amor continuarei.

Não posso deixar de comentar. A senhorita Sheila Carvalho (caraaaaaalhoooooo!!!) novamente vai posar peladinha para a playboy. E com isso os marmanjos vão de novo segurar o tchan.

Nem vêm... eu não vou comprar a revista.

Mas que dá vontade, dá! Hummmmmmmmmmmmmmmmmmm....

terça-feira, 31 de março de 2009

O Blogueiro Aqui Pode Virar Parceiro do Leoni

Olá!

Achei que jamais fosse fazer algum pedido aqui no blog. Mas me enganei. E estou aqui para pedir a colaboração de toda malucada que acessa o Vidrassa, para entrarem no www.leoni.com.br (link a direita em sites) e se cadastrarem.

O motivo deste humilde pedido é que estou participando do 1º concurso de compositores, promovido por Leoni. E o processo da melhor letra, será por votação.

Vai aqui o texto publicado no site do cantor em que ele explica:

“Faremos 6 votações, cada uma delas com 10 concorrentes. Cada uma vai durar 3 dias, portanto fiquem ligados no site para não perder nenhuma. O vencedor de cada “bateria” vai para a final. Aí teremos um pouco mais de tempo para a escolha do campeão.

A seleção dos grupos será por ordem de inscrição. Começaremos pelos que mandaram primeiro. No final, me reservo o direito de acrescentar até 3 candidatos que tenham sido eliminados injustamente por estarem numa bateria forte demais.

A partir de amanhã começa o BBB do Leoni! Rsrs”

Desde já agradeço a força.

Malucada, assim que meu vídeo for para a votação informarei aqui. Por via das dúvidas é bom acessar o site todos os dias, para não deixar escapar.

Valeuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!

sábado, 28 de março de 2009

É Pra Rir...

Já falei aqui sobre o fenômeno Ronaldo. Impressiona o imã que o jogador tem. Parece que o inexplicável acontece só com o tal.

E assim é a vida. Em todas as profissões temos "Ronaldos". Sejam homens, sejam mulheres.

A semiótica explica que tudo, tudo mesmo! É um fenômeno. Não aprofundarei esta questão, só quero então partir deste ponto para opinar sobre essas pessoas que onde pisam, escorregam e caem em uma piscina de algodão. Tamanha é a sorte de fazerem história

No último dia 26 (quinta-feira) a hoje considerada maior locutora de rádio do Brasil, a belíssima (não poderia deixar de fazer o comentário) Tina Roma provou que há pessoas para quem a lua cheia brilha com mais intensidade.

Não bastasse toda trajetória impecável da loura, que inovou o estilo de locução feminino no país (antes locutoras falavam devagar e com vozerão), falando besteiras e rápido e marcando uma época memorável da Transamérica (acho que jamais haverá igual) e depois Jovem Pan (atualmente lá. E foi exatamente nos estúdios da Pan de Sampa onde Tina compravou sua “luz”.

Ela desta vez não só ganhou a luz. Como também a deu.

Na manhã da última quinta-feira Tina no “AR” avisa que sua “bolsa” havia estourado. E às pressas deixou a emissora para ser mamãe.

Não bastasse toda trajetória de sucesso dentro do rádio, “Tinoca” é “iluminada” para que tal situação aconteça com ela, justamente no lugar onde se consagrou. Diante de um microfone de FM.

Se para a semiótica tudo é fenômeno, então o que acontece com pessoas como Ronaldo, Schumacher, Roberto Carlos (cantor), Xuxa, Tina Roma e por aí vai...?

Seria um fenômeno duplo? Se não for isso, um outro nome tem que ser dado para esse tipo de coisa.


É um fato bizarro o ocorrido esta semana, porém é o tipo de situação que marca ainda mais a carreira profissional indiscutível da nº1 das locutoras brazucas.


Parábens Tina Roma!

terça-feira, 24 de março de 2009

Quase ufa!



Quase Ufa!

Por enquanto, quase ufa! A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) mudou de idéia (ainda bem!) e resolver voltar atrás em relação ao critério em que seria decidido campeão desta temporada na F-1.

Depois de muita pressão por parte de todos (sem exagero), resolveram voltar à tradição. Por tanto, o campeão mundial de F-1 de 2009 será o que tiver mais pontos.

Mas sem muita empolgação, pois a decisão é apenas para esta temporada. A FIA ainda cogita a possibilidade (ai ai ai...) do campeão da categoria ser decidido por vitórias em 2010.

Então: quase ufa!

PS: Para o Rubinho dá na mesma.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Injustificável

Que o árbitro do jogo entre Corinthians e Santos ontem no Pacaembu, pelo campeonato paulista foi um pouco infeliz foi. Mas daí querer culpá-lo pelo quebra que houve na arquibancada, é demais!

Se todos tivessem o simples ato do bom senso, e soubessem dividir as coisas, tais atitudes não seriam tomadas.

A verdade, é que, sempre esperam um vacilo do time adversário, do time de “coração”, do bandeirinha ou juíz para descontar a estúpidez com atos selvagens.

Perder é péssimo. Mas pior, é não saber lidar com uma derrota. Não ter postura de ser humano. E pior ainda, é ter como desculpa o erro ou erros do arbitro de uma partida de futebol, só para sair dando socos e ponta pés. Isso quando não temos facadas e tiros.

O clichê é: futebol é um espetáculo. Sim, sim!

Uma peça teatral também é um espetáculo. Imagina se ator esquece o texto? É motivo para quebrar o teatro e sair batendo em quem está na platéia?

Tudo bem que futebol envolve competição. Mas é importante lembrar que é uma competição que não pagará nossas contas no final do mês (exceto jogadores, jornalistas e gente do meio), e sim é para distrair, matar o tempo.

Sou Corinthiano fervoroso! (já disso isso em outros posts), porém não arrumo no futebol motivos para virar um vândalo (aliás, em coisa nenhuma tenho motivo para ser um. Fico puto às vezes, fico. O que faço então? Fico quietinho no meu quarto, e só saio quando tenho certeza que não vou ofender e discutir por uma simples arte, que é o futebol.

E se eu tiver no estádio? Estar no estádio também nã´é desculpa. Se não tiver com um espírito em dia. É só não ir ao estádio.

Conclusão: não há desculpa para vândalismo.

sábado, 21 de março de 2009

Convivência

Esta semana foi daquelas em que você fica feliz e triste. Tudo ao mesmo tempo. Quem ocasionou tal sensação, é a Clarice, ex copeira da rádio (Onda Sul Fm).

Eu sou daqueles que faz o inverso da coisa. Ao invés de aproximar dos “mais mais”, gosto de ficar com a galera da "bagunça. Aqueles que cantam pelos corredores da empresa, te chamam de apelido, te zoam um pouquinho, e lógico, uma zoadinha com alguém faz parte do requinte.

E para esse tipo de atividade, com quem mais tinha afinidade era com a Clarice. Conheço ela desde 2002. Ficamos mais próximos um ano depois, quando por acaso, comecei a namorar sua sobrinha e mesmo com o fim do relacionamento, não deixamos de nos falar.

A partir de 2006, quando saí da Nova Onda FM, rádio comunitária que fica no mesmo prédio da Onda Sul, aumentamos ainda mais o convívio. Porque ficava quase o dia todo na emissora, e viciado em café que sou, toda hora estava eu na copa para tomar o cafezinho da Clarice e bater um papinho com ela. E assim foi durante 2 anos.

Não posso deixar de destacar um episodio chato e ótimo que a Clarice me fez passar. Em 2007, mas precisamente no dia 28 de novembro. Eu estava tenso ao extremo. Primeiro porque o Corinthians (o blogueiro é corinthiano fervoroso) tinha um jogo decisivo contra o Vasco pelo campeonato brasileiro (o restante da história prefiro nem comentar... pode rir aí anti-corinthiano, eu sei que você gostou de ler isso) e segundo porque no outro dia era aniversário da minha namorada (na época, hoje ela já é ex) que por sinal também é corinthiana (e fervorosa!). E eu estava naquela ansiedade que homem que gosta sempre tem quanto ao presente que vai dar. Fica aquela coisa: "será que ela vai gostar"?

Pois bem, nesse dia senhorita Clarice (na verdade foi antes) meio que não explicou muito corretamente o que havia dito para ela em relação ao meu namoro. Resumindo: ela disse para não sei quem, e não sei quem contou para a minha namorada (hoje ex, repito) que namoraria até ir embora. Resumindo mais uma vez: discutimos, e eu muito nervoso, peguei uma caneta e um papel. Obrigado Clarice, se não fosse tal distorção de assunto, não teria escrito algo tão louco. Um poema daqueles, que até hoje olho e não acredito que eu que escrevi e agradeço Clariçoca pela contribuição sem querer. Só não publico aqui, pois ainda não registrei essa obra de arte (aí já exagerei também). E nessa história o “engraçado” é que quem acabou indo embora foi a minha ex. Vidinha malucona essa nossa!

Fiquei um pouco afastado dela, por um bom tempo não frenqüentei a copa para tomar um cafezinho. Mas passou. Tudo foi um mal entendido. Depois disso, nosso convívio ficou ainda melhor. Até mesmo no período em que tive fora da emissora (fevereiro a novembro de 2008).

Então deixa eu ir para a boa notícia, que é uma má notícia também. A boa é que a Clarice arrumou um emprego melhor. Vai ganhar mais e trabalhar menos (ela merece!), mas o ruim é que ela óbvio, deixou a rádio. E meu cafezinho na medida? E as prosas? E as bobeiras que falávamos? Com quem desabafar das minhas contas para pagar? E as bagunças do final de semana, para quem contar primeiro agora?

Sensação louca de felicidade e tristeza. Vi ela indo para seu novo emprego esta semana, e ela também foi na rádio falar um oi. Quanta alegria..., que vibração maluca. Xô egoísmo. Fiquei muito feliz vendo ela daquele jeito.

Mas agora ela vai ter que me agüentar pelo menos uma vez ao mês em sua casa, pois vou ter que tomar o cafezinho da Clarice.

Estendo um pouco o assunto convivência, porque lembrei da minha com o Éder Vinicius. Lá no comecinho de 2002, não nos suportávamos. Dois pirralhos com menos de 20 anos (eu nem 18 tinha) se esganando em palavras.

O tempo passou. Ainda bem! Hoje considero o Éder uma das melhores pessoas para se conviver. Tanto no trabalho quanto fora dele. É de uma prestação incrível. Precisou, ele da um jeitinho. Impressiona! Só quem realmente vive em seu dia-a-dia para entender o que falo. E pela competência, tanto pela música, quanto para o rádio, é uma figura rara em simplicidade. Diria Galvão Bueno: "quis o destino". É, ele quis (para quem acredita em destino, não é o meu caso) eu e Éder trabalhando juntos. Dividimos uma hora de programa na principal rádio sul mineira. Um desentendimento ali, outro aqui, o que é normal quando se busca o melhor. Mas a cada dia admiro mais o profissional e ser humano que ele é. Percebo que diariamente estamos mais entrosados, tamanha é a harmonia que rola entre nós dois (ficou meio suspeito isso, mas digo profissionalmente). Posso dizer que: torço e gosto muito desse cidadão. Minha mãe sempre me fala: "quem diria" e ri.

É interessante observar como uma boa convivência, seja ela com quem for, faz bem para gente. Aqui citei exemplos apenas de um dos meus trabalhos. Mas aí tem, faculdade, botecos, visinhos e por aí vai...

Boa sorte Clarice!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Vai Aqui Um Texto Que Fiz Em Homenagem a Mallu Magalhães Em Outubro Passado, Para o Blog Mistureba-Hibrida Que Voltará Em Breve.

EU ESTOU APAIXONADO

Ela cruzou em meus olhares auditivos não faz muito tempo.
Faminto por beleza e paz
Meu coração pulsou eficaz
E me apaixonei por ela!

Cultivei em tardes frias sua voz mansinha que acariciava meu espírito nem sempre sensível, acalmava minha alma assombrada e cantava para o meu infinito correr feliz.

Que coisa mais linda!
Pediu-me licença sem mesmo pedir. Só mesmo ela para conseguir tal feito.
Na mansidão de sua voz, cravar a beleza ímpia no meu peito.

E olhei sua foto.
Pude ver seu rosto angelical que intimida as nuvens do outono e as flores da primavera.
Rostinho que me faz ignorar o sol do verão e contemplar os dias românticos do inverno.

Eu a vi.
E ela me deixou Mallu... co
Com sua inocência real, tão verdadeira quanto o canto dos pássaros.
Eu a ouvi e a vi. E me apaixonei por ela.
Eu a ouço e a vejo. E eu estou apaixonado!

terça-feira, 17 de março de 2009

Fómula Nova (Prefiro a Velha)

O Conselho Mundial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) surpreendeu o mundo da F-1. Em um surto inesperado até pelos mais loucos súditos da modalidade. O tal Conselho, simplesmente resolveu deixar para segundo plano, o número de pontos. Ou seja, o piloto que mais pontuar na temporada 2009, não será campeão.

Imagina se a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) resolve seguir o exemplo? Apesar quê, com um Ricardo Teixeira na presidência não é muito de duvidar.

Para 2009, o que vai importar será o número de vitórias. Os pontos terão seu valor sim. Mas somente em caso de empates no número de vitórias. Aí esse seria o critério para desempate. Resumindo a questão: eles inverteram o processo básico da coisa.

Sendo racional, eu já não curto a idéia. Pois o 2º e o 3º lugar vão perder significavelmente seus valores. A festa do pódio, um dos pontos mais vibrantes de um evento de F-1 perderá muito a graça.


E sendo patriota, aí eu perco o juízo. Exagerei um pouco, mas que é de indignar é. Só de lembrar que com essa nova regra, Felipe Massa seria campeão no ano passado, me dá impulsos de revolta.

Mas nesse caso, o meu patriotismo é menor que a razão e admiração pela categoria. Prejudicando ou não Massa, não consegui achar o lado positivo dessa nova regra.

Então em 2009, teremos um campeonato mundial de F-1 de vitórias corridas e não de pontos corridos.

Tem Ricardo Teixeira não só no futebol brasileiro, infelizmente.

domingo, 15 de março de 2009

Post Básico

De primeira mando um pedido de desculpas para você leitor deste blog. Injustiça a minha com a malucada que acessa o Vidrassa. Depois de um post reverenciando o considerável número de acessos por aqui, o relaxado dono deste blogoloide fica uma semana sem postar. Falta de compromisso imperdoável.

Ciente da situação. Prometo ao menos no meio de semana fazer alguma postagem. Mesmo se o tempo continuar curto.

Confirmação: estou devendo a informação do homem que teria levado alguns tiros na cara na cidade de Passos MG, do post “interior não tá tão “Carmo” 2. Segundo informações do jornalista Jonatan Marinho da Folha da Manhã (jornal passsense que cobre a região do sudoeste de Minas), o homem levou 5 tiros e um acertou a sua cara, mas sobreviveu.

Não querendo levar muito para o lado pessoal, mas já levando. A semana que passou foi “daquelas”. Destaque para a segunda, quando eu, Lúcil, Felipe e Jean, decidimos matar aula e ir beber em um café perto da facul. Mas o único a tomar um capuccino fôra Jean. O restante mandou cerveja mesmo. Depois de muitas filosofias, pagamos a conta e alguém deu a idéia de comprar uma garrafa com alguma bebida de dose.

Passamos então em um posto de gasolina e fomos até a área de conveniência do local e compramos a bendita. E aí filosofamos um pouquinho mais além que a sã conciência permite. Destaco também a conversa de minha mãe e papai, onde ouvi papito dizer que em Carmo do Rio Claro o carro que seu filhinho bateu, não tem concerto. O jeito é levá-lo para Passos. A coisa foi mais séria do que pensei. Falando nisso, amanhã completa um mês deste episódio de irresponsabilidade, que pode ser conferido no Post “sei lá” do dia 15 passado.

(Foto de sexta-feira. Jean e eu discutinhamos... discutinhamos... ixi, deu aminésia)
Queria uma imagem da segunda-feira, mas nem lembrei que existia foto no mundo. Apenas a mente de quem estava presente na ocasião terá os registros de um dia ou noite completamente anormal.)

Falando em destaque da semana, lo pansoide (Ronaldo), parece que começa a colocar cinzas quentes em minha língua. Mas ainda mantenho cautela, embora já comece a não duvidar muito do que ele vá fazer daqui pra frente.

Antes de encerrar, quero “dizer” que começarei a postar algumas crônicas minhas que estão engavetadas. E para quem quiser publicar algo no blog, pode mandar arquivos através do e-mail: vidrassa@gmail.com. Analisarei, e se gostar, publicarei feliz da vida.

E para encerrar, mais uma vez, agradeço aos inúmeros acessos que o blog vem tendo. É surpreendente quando entro aqui e vejo a quantidade de acessos diários e semanais. Muito obrigado!!! E se der continue indicando para mais pessoas o Vidrassa.

Beijuca na nuca!!!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Fenomenal!

Fenomenal! Pode parecer exagero, às vezes nem parece, pois às vezes é. Mas além do brilho inexplicável do "fenômeno", o Vidrassa que está longe de alcançar o brilho de Ronaldo, vem em uma arrancada de craque.

O número de comentário no blog não empolga, é verdade. Só que com um pouco mais de 2 meses de blog, a repercussão me assusta e me deixa feliz.

Por motivos técnicos principalmente ou de tempo, ou de sabe se lá o quê, a galera não comenta. Confesso que fiquei meio chateado por um período com isso, pois eu não estava olhando onde fica contabilizado o número de pessoas que o acessam. Pensei: ninguém tá lendo o blog.

Pensamento equivocado. Nas últimas semanas o Vidrassa vem crescendo em acessos. Onde vou sempre há comentários de um ou outro texto. Faculdade, ouvintes da rádio (já adianto que nos próximos dias a Onda Sul FM estará com site novinho, já até tirei novas fotos para a galeria dos locutores), nos botecos, rua, orkut, msn e e-mails também.

É satisfatório o resultado, muito satisfatório. Como está sendo de satisfação ver Ronaldo em campo. E para minha sorte, com a camisa do time que torço desde 1993. Mesmo ano em que delirava com os Gols de Ronaldo no Cruzeiro.

Naquela época achava ele um fenômeno, diferente de todos. Diferença que seguiu no Psv, Barcelona e seleção brasileira. Depois para mim ficou normal em campo. Acho o termo fenômeno meio exagero para os dias de hoje. Agora é inegável que ele é um jogador, ser humano iluminado, isso é. E dependendo do ponto de vista, um ser iluminado pode ser um fenômeno, indo por esse lado, já me calo e rendo.

Só algo fenomenal mesmo para empatar um jogo nos acréscimos contra o maior rival do time que defende. Aí eu lembro da final da copa de 2002, onde o goleiro alemão não deixava passar nem ar (“exagerado, eu sou mesmo exagerado”), em chute meia boca de Rivaldo, ele bate roupa e a bola sobra nos pés de quem? Sem comentários. Isso depois de ser considerado um dos culpados na derrota da copa anterior para a França e de 2 anos antes quase ter parado de jogar futebol.

Dizem que o sol nasce para todos, mas para uns a lua cheia brilha bem mais intensamente. Chego achar que Ronaldo tem uma lua só para ele. Turbulências e mais turbulências, e no final das contas Ronaldo paga com juros as infelicidades que sempre o assombra.

Mesmo assim, insisto que devemos ir com calma. Até que a fenomenal história do ídolo mundial assassine o meu pedido de paciência.

Uma semana fenomenal para todos nós!

domingo, 8 de março de 2009

No Dia Internacional da Mulher, Teremos o maior Mulherengo do Futebol Em Campo

Pela 1a vez falarei de futebol por aqui. E o assunto? Sim, sim... Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrronaldinho (lo pançoide)!!!!

Quase postei algo na quarta sobre a estréia do "fenômeno" (não acho, mannnnnnnnns...), só que achei melhor evitar ao máximo o assunto.

Porem, mesmo sabendo que estou sendo mais um em escrever sobre o camisa 9 corinthiano, hoje é impossível não comentar tal fato.

Pois neste dia internacional da mulher Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrronaldo (lo pançoide) vai jogar contra o maior rival do Sport Club Corinthians Paulista, que é a Sociedade Esportiva Palmeiras (nossa, ninguém sabe disso).

RRRRRRRRRRonaldo não poderia jogar em um clássico desses num dia melhor. Pode ser pra ele aquela música famosa na voz de Martinho da Vila: “procurei em todas as mulheres a felicidade/ Mas eu não me encontrei e fiquei na saudade/ Foi começando bem, mas tudo teve um fim”.

Ele teve todas as mulheres, mas não foi feliz com nenhuma delas.

E como teve mulheres... dizem que ele foi até além. Prefiro não comentar.

Ele que inclusive tem como mãe de seu filho uma mulher corinthiana, a espertinha Milene Rodrigues. Também prefiro não comentar.

Vou deixar de lado essa coincidência de lado e falar um pouco sobre o jogo.

Eu entendo que Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrronaldo (lo pançoide) não é mais o mesmo, isso falava antes do Corinthians (que é o time do blogueiro aqui) fazer a contratação. Mas a cada dia que passa, me surpreendo e começo timidamente a acreditar que lo pançoide venha a ser de novo um artilheiro como foi nos clubes que passou, exceto Millan (não houve tempo para isso).

São torcedores de todos os times (menos flamenguistas, óbvio) falando e torcendo para que o maior artilheiro de todas as copas arrebente. Me impressiona o quanto o jogador é querido pelos brasileiros. Talvez por falta de um nome expressivo jogando aqui, mas acredito que seja pelo o que fez para o futebol brasuca.

Ronaldo popularizou ainda mais o nosso futebol mundo afora. É referência em todo planeta. E junto com essa referência vai a estampa do nome de nosso país. Isso sei falar na copa de 2002 (não preciso nem comentar). Aí alguém pode indagar: e a de 98? A resposta está na de 2002. Pronto.

E ele tenta novamente uma volta por cima. Assim como Nilmar em 2007 contra o próprio Palmeiras. E Nilmar não foi feliz. Em uma tentativa de arrancada, ja era. Bye bye Corinthians. Nilmar hoje está no Inter, e bem. Pensando nesse jogo de 2 anos atrás eu e meu camarada Rrrrrrrrrrrrrrrrrrnaldo (ele tem o nome do lo pançoide, não só o nome, a pança também) não assistiremos o jogo juntos. Viva a superstição!!

O clássico que sempre foi tão falado em terras “brazilis”, neste domingo será o assunto do planeta. Nem Milan e Inter, nem Barça e Real, muito menos Ajax e Psv.

O mundo quer mesmo é ver Timão e Verdão. O mundo quer ver o estádio em Presidente Prudente lotado e gritando o nome de Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrnalllllllllllldoooooooooo. O mundo quer o Corinthians de Rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrnaldo e Palmeiras, o adversário do craque.

O mundo quer ver Ronaldo "o fenômeno" (eles dizem, não acho), fazendo gol e sorrindo como sempre fez.

O futebol brasileiro necessita ter Ronaldo outra vez.

Vale a torcida, mas vamos com calma na impolgação.


Muita calma aliás

sábado, 7 de março de 2009

Interior Não Tá Tão "carmo" 2

Volto a relatar aqui no Vidrassa sobre essa mania de muitos, principalmente o pessoal das metrópoles de acharem que cidade pequena é a santa paz.

Tudo bem que as coisas nas “cidadezinhas” acontecem de forma menos volumosa (quis dizer: em números inferiores as grandes cidades). Mas elas acontecem, ao contrário do que os habitantes das “cidadezonas” (sem conotação e com todo respeito) pensam.

Já relatei neste blog uma passagem ocorrida em Carmo do Rio Claro MG, (cidade onde moro e com pouco mais de 20.000 habitantes), lembro que aproveitei o gancho e falei de uma outra em Alterosa MG. E outros muitos fatos de violência aconteceram nos últimos dez anos. Uma vez por mês ao menos, contarei essas tristes histórias aqui para tentar convencer aos que ainda insistem que não há violência em cidades pequetitas.

No último domingo (01/03/09) foi assassinado na “tranqüila” Carmo do Rio Claro um homem de 60 anos. Popularíssimo, Lino da Madereira como era conhecido, sofreu um corte profundo no pescoço ocasionado por uma garrafada dada por um outro homem, que segundo fontes, foi encontrado e preso ontem na delegacia da cidade.

Veja matéria do Expresso. Repare (muito fácil de ver) que o tráfico por essas bandas também tá que tá.


Recebi a informação que um cidadão foi brutalmente morto ontem em Passos MG, cidade com uns 100.000 habitantes (pequena perto de uma metrópole) e a uns 70 km apenas de Carmo do Rio Claro. Mas ainda não tenho certeza do fato. Estou correndo atrás de informações. Assim que desfechada a história postarei aqui o que deu no final. Para isso peço “carma”.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Já se Foram 13 Anos


(foto extraída do link: http://letras.terra.com.br/mamonas-assassinas/fotos/foto_1925.html)

Talvez já tenha torrado o “saquitio” falar da morte do grupo Mamonas Assassinas todo dia dois de março de todo ano. Só vou falar porque é o primeiro ano que estou com um blog. E quero passar para os mais jovens (não que estou velho), mas é que mesmo criança em 96 vivi o drama daquele domingo do terceiro dia do mês 3 daquele ano.
Meu pai disse: “ a mulher do mercado falou que o avião dos Mamomas caiu e todo mundo morreu”.

Eu não acreditei, óbvio que não. Embora muito assustado e já em dúvida.

Na época tínhamos um fusquinha branco 78, e estávamos saindo de Alterosa M.G, para a casa da minha vó aqui em Carmo do Rio Claro. Eita viagem angustiante.

Eu pensava não querendo que aquilo fosse verdade: “será que é verdade”?, “Não, não isso é mentira”, “eles fazem muito sucesso para isso acontecer”.

Santa inocência. Quem falou que sucesso não deixa as pessoas morrerem? Coisa de criança inocente e fanática. E eu era, e muito!

Chegamos depois de umas duas horas de viagem na casa da minha vó. Isso porque de Alterosa até Carmo não são mais de 40 km. Mas também com um fusquinha 78 dirigido pelo meu pai tendo ao lado minha mãe, até que foi rápido.

Desço da nossa “ferrari” branca e já entro na casa falando: “falaram que os Mamonas morreram em um acidente de avião”. Todos riram. “Mentira, eu não ouvi falar nada”, “o povo fala mesmo”, “vamos ligar a televisão pra ver se fala algumas coisa”.

Estava passando um jogo de vôlei de areia. Adriana e Mônica (lendária dupla desse esporte) se eu não me engano era as duas mesmo. E contra uma dupla americana.

Porra, fudeu...

Cléber Machado aproveita o intervalo do jogo e fala: “vamos agora saber mais informações sobre o acidente que matou todos os integrantes do grupo Mamonas Assassinas”. Foi mais ou menos isso. Baixo astral na cara de todos ali presentes. Era verdade. Os Mamonas tinham acabado.

Domingo tedioso, estranho, feio e sei lá mais o que de ruim. O almoço não teve gosto, não matou a fome. O sorvete tava aguado e não refrescava. E remédio nenhum curou minha dor de cabeça que foi até madrugada de segunda.

Insônia daquelas assombrosas. A imagem do Dinho (vocalista) e suas palhaçadas não saiam da minha cachola.

Foi marcante tal fato. Nem a morte do Senna, a derrota para a França em 98 foram tão sentidas por mim.

E lá se foram 13 anos. Eu aposto que o grupo não estaria mais na mídia. Talvez fizesse sucesso meio que a lá Los Hermanos (só com os fiéis), mas não garanto isso. A verdade é que o desaparecimento de um fenômeno tão repentino choca violentamente quem vive aquele momento de auge de algum artista.

Denner (jogador de futebolem 94), Cássia Éller em 20001, João Paulo em 97 (não curtia, mas era muito sucesso no meio sertanejo), Leandro 98 (a única dupla sertaneja que realmente gostei), também senti um pouco, pois marcou minha infância. Mas nada comparado ao que senti com o acidente que deu fim aos Mamonas Assassinas.

Musicalmente o estilo do quinteto de Guarulhos não tem nada a ver com o que aprendi a ouvir nesses anos. Mas se não tivessem existido eu não teria para contar aos meus filhos e netos nada de especial e difrente que foi tal fenômeno. Só quem viveu essa época é capaz de entender o que digo.

Aí o link onde a banda se apresenta do Domingão do Faustão
http://www.youtube.com/watch?v=h64zkgbEkQA

Lembrando que o acidente ocorreu na noite do dia 2 de março, Por volta de 23:30h.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Feliz 2009 de Verdade

Sim! O ano começa agora para a maioria dos brazucas. Acho que me incluo nessa lista.

Dessa vez não estou em casa. Estou em uma lan de um terminal rodoviário onde espero o ônibus para chegar em meu lar (sempre quis postar no blog de um lugar assim). Tenho menos de quinze minutos para escrever algo aqui para a página.

Deu uma saudade do carrinho agora. Eu realmente "disse em um dos posts que não ligaria mais para um pedaço de lata e ferro. Mas também não "disse" que depender dos outros é algo que me deixa feliz. Mais de uma hora e meia esperando o bendito ônibus.

Taxi nem pensar. Esperar é ruim, gastar din din com um taxi na primeira quarta-feira pós carnaval, é pior ainda.

Assim que tiver o tempo tão desejado nos últimos meses, vou despejar coisas por aqui. Mas por enquanto passo mais uma vez aqui para não deixar você leitor do blog totalmente em vão.

Passei mesmo para desejar um feliz 2009! Agora é 2009 de verdade!!

E o meu carnval? Conto depois. Meu tempo já está acabando.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Deixa eu "Conta"

Opa!

Rapidamente passo por aqui para não deixar este bloguito tão desatualizado como estava ficando.

Correria, muita correria. Ainda falam que vida de interior é tranqüila. Talvez se nós do interior não tivéssemos que mexer com bancos (ai ai... paciência), seria mesmo. Acabei de chegar de um. Fecha tal conta, abre tal conta, mantém aquela conta. E lógico, pague aquela conta.

Falando nisso, maldita conta de telefone celular. Erraram na contagem dos minutos que eu tinha na minha linha e veio um absurdo. Eu ligo, eu ligo, eu ligo. E óbvio, eles não atendem. Quando milagrosamente consigo falar com um dos atendentes (malditos, maneirem no gerúndio) o cidadão me fala: “não podemos estar atendendo agora. Nosso sistema só estará retornando daqui uma hora para que a gente possa estar atendendo”.

Eu mereço...

E o carro que bati no domingo? O mecânico vem hoje para fazer o orçamento. Ou seja, mais conta.

Agora, enfim, uma conta boa. Faltam 3 dias para o carnaval começar.

Ah! Não contei, então vou contar: a operadora que fez besteira na minha conta é a “oi”.

Se corrigida a lambança, contarei que eles tiveram bom senso em concertarem o erro.

Erro que é gravíssimo para minha... conta bancária.

Ainda volto antes do carnaval por aqui, pra "contá" mais coisas.

Beijuca na nuca!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sei lá...

Nem sei... não sei! Sei lá...

Estava tudo na minha cacholinha para fazer um post sobre a sacada espetacular dos compositores de: "tchau, i have to go now e beijar na boca".

Mas tem dia que acontece tudo ao contrário do que se imagina, e já era planos.

Na madrugada, quando levava um amigo para casa (o Marinho, camarada pra caralho, sócio de Bloco Kafofo) quase beijo o poste. Por sorte só raspei na beira do passeio. Suficiente para amassar o lado e arranar algumas parafernalhas da frente do carro. Na hora foi desespero. Assim que acordei, vi que foi alguma mão do bem que fez o estrago no automóvel. Dinheiro está faltando, é verdade. Mas isso é detalhe (quem diria eu falando isso). Antes um pedaço de lata amassado, do que eu ou meu amigo “rebentados” ou sem vida.

Já falei para meu papito. O velho (amo, amo, amo, amo!!!) estava no quintalzinho mexendo nas plantinhas (aproveitei que minha mamacita fôra na padaria) e cheguei já falando. Para variar, ele só falou por dentro. Tipo: “esquece o carro agora, tão cedo tu vai guiar". Manteve se calmo. Como sempre, sempre, sempre (eita homem que passa traquilidade).

Mamãe ainda não sabe. Quando souber vai falar um pouquinho muito, muito muito. Ai ai ai... se preparem ouvidinhos.

Dizem: mãe é mãe. Sim! Olha o que ela acaba de dar para eu ler.



Ela fez de propósito. Dona Maria do Carmo sabe que eu não levo muito a sério esses lances de religião. Estou chocado. E ela sente que algo aconteceu. Mas tamanha é sua fé e imenso é seu controle espiritual que já agradece a Deus pela vida do seu filho que continua.

Volto ao começo do texto. Dane-se a merda daquela lataria do carro que saí de casa. Qualquer 700 ou 800 mangos paga essa merda. Puta aparência. Status, média, pressão para as menininhas. Que se ferre isso. Vou andar a pé mesmo. Sou gente do mesmo jeito.

Não é de bobeira tanta compreensão.

Há pucos minutos, recebo da minha própria mamacita a notícia de que uma Bel da Avenida morreu (o padre falou na igreja, mas não deu certeza). Liguei para meu primo Juliano (ele mora na avenida). E ele confirmou o falecimento da “Bebel”.

Serei sincero. Se ela não morre, talvez (certeza!) nem falaria dela aqui. Mas que trágica coincidência. Justo quando eu também me envolvo em algo de quatro rodas. A diferença? Estou aqui contando uma estória real. Ela não. A mesma sorte que eu, a “Bebel” não teve.

Nem 23 anos. Nem nada. Nem um quarto de vida.

Msn aberto. A galera da cidade (Carmo do Rio Claro MG, só fala nisso). Todo mundo parece mais compreensível um com outro. É um pedaço da gente que se vai. Pela idade parecida, todos sentem em maior proporção. Principalmente quem conviveu com ela.

Foi uma das primeiras pessoas que conversei quando cheguei na cidade. Fazia muito tempo que não a via (e vai ficar fazendo). Lembro de uma vez que estava indo para Alterosa MG e fomos conversando. Ela estava indo para Alfenas. Isso tem 3 anos e meio. A última longa conversa nossa.

Lembranças do Arca da Aliança, o grupo de jovem que frequentavámos. Toda quinta e principalmente domingo estávamos lá. Missa, depois uma volta na praça.

São paulina? Como toda mulher que quer ser chique, cisma em torcer para o tricolor do Morumbi. Mas não entendia bulhufas de futebol e nem do são paulo.

Van... Van.... “para com isso Van”. Porra, caralho, merda. Ela, foi uma das primeiras, se não a primeira a me chamar de Van. E eu gosto que me chamem de Van. Vem a voz meio rouca nos meus tímpanos dela me chamando de “Van”.

Porra, merda, caralho. Desculpa. Tenho que desabafar.

E ontem, estava animando um grito de carnval. E o cara da festa falou: para de falar caralho. Disse para ele: confia em mim.

Mas um cara que só estava curtindo a festa disse a mesma coisa. Pensei: não deve estar legal mesmo. Era sinal de que eu não estava bem. Anormal. Muito alterado. Querendo fazer tudo em uma só noite.

Estou vivo. Mais uma chance foi me dada.

No msn agora a Ludmila de Alfenas me aconselha. Conheço a Lud desde 2005. Ficamos um tempo sem trocar idéias. Acaso ou sorte minha, justo agora a gente volta a se falar.

É bom ter psicóloga 0800. É bom ter pessoas que realmente gostam de você. Que preocupam com você. Vejo que preciso me controlar. Tenho mãe e pai. Tenho que pensar neles. Tenho eu, dentro e fora de mim. Tenho que pensar mais em mim.

Será que toda felicidade durande a semana era artificial? Acho que sim. Acho que não. Sei lá...

E esse vento que bate na minha cara. Esse frio que gela meu corpo.

Preciso esquentar minhas idéias.

Te amo vida! Te detesto aparência, status, média...

Pessoas que realmente gostam de mim, ajudem-me. Eu preciso de AJUDA.

Espero voltar antes do carnaval para falar do mercado fonográfico carnavalesco.

Esqueci minha blusa (presente do Ronaldo) no “camarote” da festa que estava. Foda-se. É só um pedaço de pano que perdi. Eu estou vivo!

Obrigado Deus!